Bora Beber, Festival de Cerveja de Brugges
Bora beber
galeresss
Saí pro
Reggae com Michel, descubro que Aline tinha passado a semana toda
doente, e ela nem me contou (e eu nem perguntei porque ela tava tão
quieta). Ela me liga, eu descido comprar o ingresso do bus para
Brugges, pro FESTIVAL DE CERVEJA DE BRUGGES, grandes histórias,
muitas cervejas.
Pego o bus
ainda meio cansado do Reggae, durmo no bus, chego lá nada de
turismo, comer e ir pro Festival, Caneca e tíquetes na mão, mãos à
obras, ou na taça. Bebo 9 taças de cervejas, escolhendo pelas que
tinham maior quantidade de álcool, à alegria veio, e claro, passou
para o nível avançado de bebum, o Marcos Safado, tagarelá super e
louco.
Dei dicas
de cervejas pra um brasileiro que veio passar férias aqui, conheci
umas brasileiras que moravam em Lille, falamos bobagens e
pornografias entre homens, tentei das uns selinhos de amigo numas
brasileiras do CsF.
Bêbado,
voltei mandando o povo na rua ir tomar no cu, só que em francês, a
sorte é que na cidade o povo fala holandês, algumas partes podem
ter sido inventadas pelos meus amigos, pois existem flashs em branco.
No bus pra
voltar, cada brasuca escolhe seu lugar na janela pra morrer dormindo.
Ao meu lado senta uma francesa, que tinha uma amiga que não falava
francês, só inglês, ela era tão simpática e bonita (e...) que
comecei a cantar ela, até ela me perguntar: “todos brasileiros
falam tanto igual a você?”, claro que não, né?
Ganhei um
prêmio no sorteio do ônibus, ela me ajudou a ler, pois a situação
estava precária. Pensei que vomitaria no ônibus, mas tudo passou
bem, cheguei em Lille, a garota sumiu, o sono caiu e vi que só
álcool ficou, até no dia seguinte descobrir um livro dentro da
minha mochila, que não era meu, e sim de alguém que me deu ou eu
peguei ou colocaram lá.
Foi a
cerveja Belga, 11% de álcool.

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