Como já disse uma amiga: “dos problemas, sempre devemos tirar aprendizados”.


As vezes é engraçado pensar em sonhos, e relacionar sonhos com objetivos. Durante o ensino médio, quando fiz técnico agrícola, sonhava em ser mestre/doutor igual aos meus professores de lá, que nos motivavam e vinham sempre conversar conosco durante os intervalos, nos pátios da escola, perguntavam por que estávamos tristes, o que queríamos no vestibular, se íamos pra casa dos pais.

Aquilo as vezes parecia bobo, mas poucos sabiam que era algo muito importante. Já no mestrado, vendo como isso passou rápido e quão legal foi esse caminho até ele, você se pega na dúvida, por que vim fazer mestrado em agronegócios? A resposta é fácil e difícil, e quando você já está se habituando, chega um professor e te faz requestionar o que já tinha sido respondido por você mesmo.

Devido a um pequeno problema de confusão de uma teoria, o professor cancelou a apresentação, mas isso já era esperado, as vezes eles estão cansados, estressados, ou qualquer outra coisa, mesmo ele não se desculpando, algumas atitudes diferentes mostraram que ele tivesse se desculpado.

O que isso trouxe de bom? Fiquei me questionando minha real motivação de estar ali, e percebi o quanto aquela convivência com pessoas desde agronomia, zootecnia, florestal, administração, jornalismo, economia e outras, me trouxeram a felicidade de estudar assuntos jamais imaginados, me fazendo um publicitário bem mais feliz. Parece que aquelas teorias que a princípio parecem inteligíveis, vão se tornando seu grande prazer de estar ali, entendê-las e fazerem delas suas aliadas.


Os amigos continuam ali como grande suporte, passei por essa ““tranquilamente”” e o próximo semestre começa na próxima quarta-feira.
Visita técnica a uma vinícola da Serra Gaúcha


Festa junina do Centro de Estudos e Pesquisa em Agronegócios
Visita a Fábrica da Coca Cola (Fábrica da Felicidade) da Região Sul

Experimentando vinho e suco de uva com a Ana

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