O que dizer do mundo ? Nas Bélgicasdavida



Um dia estava eu no Brasil, sem nada pra fazer, de bobeira. Era férias, ou poderia estar eu em período de greve\férias. Mas as coisas surgem como surpresa. O menino que nem saía direito de seu estado, saiu. Que não tinha planos de um futuro próximo de sair do país, saiu. E pensando ele que ficaria assim, com grandes planos, mas que não passariam de uma pequena fronteira.
Pois é, “tamo aí”. Posso dizer que já conheço 4 países diferentes. Brasil (\o/ #origemlinda), Portugal (cadê meu ouro?), onde passei de escala, mas saí do aeroporto e disse: “oi portugas, cadê meu ouro?”, claro que foi em voz baixa, no pensamento e rindo pra caralho. Chego nas Françasdavida, onde moro, já me sinto até em casa, e agora, mesmo que já tinha cruzado a fronteira, conheço a Bélgica, ou melhor BRUXELLES, (BRUXELAS). Após pisar lá, por Bizet, na fronteira com minha cidade, vou eu pra grande capital, pra sede da monarquia Belga, pra casa e pra companhia da minha amiga Franthesca, e claro, de suas excelentíssimas amigas Alessandra e Mariana.

Se tiver diferença na escrita, nãos e importe, depois de quase 1 mês volto a escrever esse texto. Mas não se preocupe, ainda tenho aquele final de semana na cabeça.
Chego a Bruxelas, Frantchesca me deixa na estação de trem esperando um tempo. Eu como sou muuuito esperto, não pedi o telefone dela. Ficamos sem comunicação até: “Wifi grátis”, lanchonetes europeias que te dão direito a usar internet sem fio quando você compra alguma coisa. Depois de rodas toda estação, mando um facebookada pra ela e então ela me deixa mais calmo dizendo: “vou me atrasar um pouco, mas quando chegar vou aí onde você está”.

Saímos em direção a casa dos brasileiros. Comi comida brasileira, tomei banho, entrei numa casa em formato europeu. Achei o máximo, bebi cerveja, cantei parabéns (era aniversário) comi mais um pastelzinho de carne e fomos pra NOITE BELGA.

Fran e suas amigas não são conhecidas, simplesmente o segurança diz: “Salut brésiliennes” (oi brasileiras). Entramos na boate, andamos pela cidade, fomos no Bar Delirium, um superconhecido e onde todos devem conhecer. É mais turístico que tudo na cidade. Lá dentro tem bares pra cada tipo de bebida, até o bar que tem TODAS AS CERVEJAS DO MUNDO, até skoll.
Bebi cerveja, absinto multifásico, cerveja com tequila e “outros”. Visitamos um monte de coisa, nunca tive uma noite tão louca quanto nas Bruxelas.
#querovoltarsempre
#abélgicaéporralouca

Dormi na casa da Alessandra, acordamos e fomos andar pela cidade, conhecer coisas culturais, e claro: BEBER MEU CAFÉ e depois A CERVEJA (como bons habitantes do norte europeu). Quem olha até pensa que a gente era europeu (na verdade estávamos a cara do turista).
Voltei pra Lille cansado, exausto, mas feliz e ainda meio alegre de tudo que tinha tomado.

Meldels, visite a Bélgica pelo ponto de vista da Fran e da Alessandra.
Conclusões: A Bélgica é um país onde tem mais brasileiros que qualquer outros e pessoas que falam todas as línguas do mundo, TODAS. Os garçons conseguem atender uma mesa falando: francês com você, inglês com sua amiga, e as duas línguas com a outra. A cidade funciona 24 horas, principalmente as baladas. E eu queria pedir transferência de faculdade, #sóquenão (porque se não não teria aproveitamento escolar ahdsfhadsfh)

Quase me esqueço de falar do super almoço chique que tivemos e que saímos correndo pra eu não perder o TGV (Trem de alta velocidade), com direito a tudo e principalmente a um preço BARATO (12 euros).

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