Vamos lá, conhecer o lado pobre da Europa, mas rico também.


Começo o poste com uma foto "DE BOAS NAS BUDASPESTES DA VIDA"...



Budapeste. Bela, alta, Buda+Pest, história, cidade de turismo, antiga até nos meios de transportes. Eta comunismo que deixou ela parecida com as cidades cenográficas da globo em novelas de épocas, até mesmo nas vitrines das lojas.
Mas vamos falar de coisas boas, e ruins também. Começando pela segunda vez que ando de AVIÃOOOO, ops 4ª, por que fiz mais escala pra chegar na França do que tudo. Mas foi a primeira vez de Ryanair, que não tem serviço de bordo, mas a aeromoça vende de perfume à cartão postal (da companhia). O banco não reclina, e na entrada você tem que colocar sua mochila num lugar tipo um medidor, se entrar a mala pode entrar, se não, tira as coisas pra entrar. Asldfaisfa

Aeroporto cheio de avião da companhia, e a gente dentro de um, esperando a emoção da primeira viagem Ryanair, que você nunca esquece, principalmente pelo preço. (16 euros com todas as taxas, ida e volta).



No avião, no aeroporto de Budapeste. Chegamos bem tarde, já era noite, sabíamos o caminho. Victor Costa que comunicou com o Hostel (albergue) tinha pegado tudo (eita eficiência, sem brincadeiras), pegamos o bus. Pensei, puts, esse ônibus mais sujo e velho que os que vai pro Campus II (UFG, Campus que eu estudo *-*). E pra completar a chegada no albergue, thanrannn, um metrô do século passado, muito velho, mas que anda muuuito rápido. #medo #medo², e uma galera estranha dentro. Não parecia muito europa, mas era o Leste Europeu.
Não coloquei essa foto pra trollar, só pra mostrar que estávamos cansados.


Para os desinformados, como eu, que não sabia muito sobre a Hungria, esse país foi invadido por Turcos, e ficou invadido por mais de 100 anos, isso mesmo. Logo, tudo lá, assim como na França, tem um “depois da invasão”, “comemorando a recuperação do poder”. E o primeiro jantar lá foi : TURCO, kkkkk, o segundo sanduíche, o terceiro também, e o quarto comida Húngara, Gulache. E claro, como bons brasileiros animados, já partimos pra party (Treinei o inglês que não existia em Budapeste, porque eles só falavam húngaro e inglês :\)

Pratos de Comidas Turcas.

Party com direito a Narguilé, Palinka(bebida húngara que não tive coragem de tomar, só experimentar um gole) e cerveja belga, claro.

Depois foi conhecer a cidade, ver os prédios do tempo de monarquia, do tempo da invasão dos Turcos, e descobrir que você compra tudo por mil. Kkkkkk 1000 moedas deles é uma comida e tals. E tudo é pago, porque, eu acho, que lá não tem outra fonte de renda, tão forte quanto o turismo.

Tudo era bom, menos eu, que não falava ingRêis, só francês e portuga. Depois de ter dado rata no bus, que tinha a língua portuguesa como locução e eu disse: “Tem português nessa merda”, mas tinha portugueses nacionalidade na minha frente. Adshfalsdhfa. E depois de encontrar alguns brasileiros eu soltei: “Puta que pariu, aqui tem mais brasileiros que no Brasil”, e uma mulher vira e diz: “sim, só meu grupo, estamos em 76 pessoas” :O. E pra completar as ratas, eu viro pro cara que ensinava a jogar arco e flecha, e pergunto: “você fala francês?”, ele fica puto falando que eu que tinha a obrigação de saber inglês, mesmo assim eu joguei, hehehe.
Bondinho que leva para o Palácio.


#turistamodeon

Dando bobeiras de turista.

Família me atende. #cabinelegal

Eae mina, to pronto pra explodir seu coração, sua linda!. #cantadasdepedreiro



Luisa seduzindo no IceBar.



A linha vermelha que era rosa.

Parlamento húngaro.

Andamos muito, conhecemos muito da cidade, gastamos muita grana, fiquei quebrado. Descobri que as vizinhas do albergue eram Belgas e falavam francês (vivaaaAA!!!!) e no dia de ir embora descubro que a amiga da recepcionista falava português e até já tinha morado um tempão no Brasil.

Pronto, Budapeste foi lindo. Só isso.

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